Provavelmente você sabe quanto sua empresa vendeu no mês passado.
Mas você sabe quantas pessoas quase compraram?
Quantas pediram informações?
Quantas solicitaram orçamento?
Quantas desistiram?
E, principalmente, por que desistiram?
Imagine uma empresa que recebe mil visitantes em seu site durante um mês.
Cinquenta pessoas solicitam um orçamento.
Dez compram.
Normalmente, a atenção da empresa fica concentrada nessas dez vendas.
Mas existe uma informação extremamente importante escondida naquele resultado.
Quarenta pessoas demonstraram interesse e não compraram.
O que aconteceu com elas?
Esse tipo de pergunta transforma dados em inteligência.
De onde aquele cliente veio?
Qual produto ele procurou?
Quem fez o atendimento?
Quanto tempo a empresa demorou para responder?
Qual foi a principal objeção?
Por que o negócio não foi fechado?
Quando uma empresa começa a registrar essas informações, padrões começam a aparecer.
Talvez seja possível descobrir que clientes vindos de uma determinada campanha compram mais.
Ou que pessoas atendidas rapidamente têm uma taxa maior de conversão.
Talvez exista uma dúvida específica que aparece quase sempre antes de uma venda.
Tudo isso são sinais.
Durante muito tempo, ficou popular a frase de que “dados são o novo petróleo”.
Eu prefiro outra comparação.
Dados são pistas.
Todos os dias, seus clientes deixam pistas sobre o que querem, o que valorizam e por que compram ou deixam de comprar.
O desafio não é simplesmente ter dados.
É conseguir prestar atenção neles.

